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Milhares nas Festa da N. Srª D'Ajuda

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É em boa hora que Espinho abre as portas da sua cidade para receber milhares de pessoas, como já não acontecia há algum tempo. Mas que grande festa foi esta em honra da padroeira da cidade, Nossa Senhora D'Ajuda. Como espinhenses estamos orgulhosos e é assim que todos devem estar.

De 11 a 20 de Setembro, foram muitos aqueles e de vários lados do país que vieram até Espinho, para assistir a concertos, ver a majestosa procissão ou divertir-se nos carros de choque e noutros divertimentos existentes ao longo da Alameda 8. A restauração, a hotelaria e o comércio tradicional agradeceu e espera ver mais festas assim.


A organização está de parabéns, pois conseguiu atingir os seus objectivos e proporcionar aos Espinhenses algo que há muito tempo não viviam.

Para além do programa profano, que contou com nomes como Avô Cantigas, 3 Marias, uma noite de Stand Up, Foxrot, Tekos, Mesa, Corvos com Banda do Exército, artistas espinhenses ( José Raúl, Bernardo Henrique, Olga Duarte, José Manuel Baptista, Freddy Carvalho, Paulo Sérgio, Bandaneia, SOS, Calypso e Brisa do Mar), e o grande Tony Carreira, … para além disto, houve também tempo para o programa mais religioso. Com a procissão a ser o ponto mais alto dos festejos religiosos.

Podia-se dizer que foi uma procissão como todas as outras, mas estaríamos a mentir. Saíram à rua mais de duas dezenas de andores, pelo mesmo percurso mas com a particularidade deste estar muito mais colorido. Isto porque o grupo "EVida" colocou mãos à obra e as 15 mulheres que constituem este grupo, juntaram cada uma mais de 10 pessoas e todas elas e durante a noite de sábado para domingo criaram bonitos tapetes em honra desta padroeira. Foi uma grande responsabilidade de dotar as principais artérias da cidade, por onde desfilou a procissão, com bonitos tapetes de flores. Desde as 3 da manhã até às 11 da manhã, o trabalho foi imenso. Mas no final o fabuloso trabalho estava à vista. Os milhares de pessoas que passaram pela rua 19, 18, 8, 23 e rua 2, não se cansaram de fotografar e de apreciar esta majestosa obra de arte. Estas mulheres e homens estão de parabéns.

A Câmara Municipal de Espinho, a Junta de Freguesia de Espinho estão também de parabéns por terem dado a oportunidade de voltarmos a viver estes momentos na nossa terra. Sabemos que existem coisas a melhorar, houve de certeza algumas problemas que têm de ser evitados em próximos eventos, mas no geral são os bons momentos que ficam na memória e estas imagens que temos aqui vão ajudar a recordar.



Fonte: Espinhotv

Justiça: Tribunal de Espinho julga burlas de 750 mil euros a companhias de seguros

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O Tribunal de Espinho julga, na Nave Desportiva daquela cidade, 43 pessoas acusadas de simularem acidentes, causando prejuízos a seguradoras superiores a 750 mil euros.

A escolha do local deve-se ao número elevado de arguidos, que impossibilitaria o julgamento nas exíguas salas de audiências do Palácio da Justiça.

Cinco seguradoras constituíram-se assistentes num processo que vai a tribunal na sequência de uma investigação da PSP que concluiu que os suspeitos estariam envolvidos num esquema para simular 138 acidentes de viação, entre 2000 e 2006.


Fonte: JN

República inspira comício na praça

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Colectividades de Espinho fazem recriação junto à Câmara

Cerca de 150 pessoas recriaram em Espinho um comício republicano, à imagem dos que ocorreram na cidade há 100 anos. Vestidos à época, mulheres e homens do povo, misturaram-se com republicanos e monárquicos. Até houve um vendedor de banha da cobra.

Tudo começou como uma qualquer tarde de há 100 anos. Lavradores passeavam nos Paços do Município, divertindo-se a posar para o fotógrafo à la minuta, a assistir ao teatro de robertos ou a ouvir música de rua.

Num canto da praça, um vendedor de banha da cobra apregoava os milagres da pomada, feita nas profundezas da selva Amazónia: “Dor de cabeça, dor de joelho, dor de cotovelo, mal dos pés, unhas encravadas. Esta pomada faz bem a tudo, só não faz bem às más-línguas”.

O ar bucólico da tarde depressa desapareceria. Do alto da varanda da Câmara, um republicano acusou a Monarquia, “libertina e sanguinária”, de ter deixado o povo na “ignorância e debaixo da escravidão”. O discurso inflamou os ânimos. E ouviu-se a gritar que “os partidos monárquicos já não têm mais arte para iludir”.

Sob o olhar atento da Guarda Republicana a cavalo, seguiram-se confrontos verbais entre republicanos e monárquicos, com alguns empurrões à mistura. Isto enquanto umas feministas falavam das virtudes do novo regime.

Pelo meio, ainda houve um quiosque a “arder”. Os Bombeiros Voluntários de Espinho apagaram as chamas com uma bomba braçal.

No fim, tudo acabou de forma pacífica.Espinho era uma cidade na vanguarda, onde havia lugar para todos os sentimentos políticos,explicou a vereadora da Cultura, Manuela Aguiar.


Fonte: JN

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